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Mostrando postagens de Julho, 2014

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ONG aponta alta no desmatamento da Amazônia Legal em junho de 2014

O desmatamento na floresta amazônica em junho deste ano foi de 843 km², aumento de 358% em relação ao mesmo mês do ano anterior, de acordo com boletim do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgado nesta segunda-feira (21).
O levantamento é paralelo ao oficial da devastação na Amazônia Legal, divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a partir do sistema Deter, que detecta desmates em tempo real com a ajuda de satélites. A maior parte da devastação ocorreu no Pará (464 km²), seguido de Amazonas (136 km²), Rondônia (126 km²), Mato Grosso (115 km²) e Acre (2 km²).
De acordo com o boletim, as maiores perdas aconteceram em áreas privadas, seguido de unidades de conservação e assentamentos de reforma agrária. Os municípios que mais desmataram foram Altamira e Itaituba (PA), Porto Velho (RO) e Lábrea (AM).
Considerando o período de agosto de 2013 a junho de 2014, que corresponde aos onze primeiros meses do "calendário do desma…

Inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos fecha junho em 0,35%

O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação da cesta de compras de famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou taxa de 0,35% em junho. O percentual está acima do observado pela inflação média de todas as faixas de renda (IPC-BR), que foi 0,33% em junho. No entanto, está abaixo do IPC-C1 registrado em maio (0,58%).

O indicador também acumula taxas de 4,05% no ano. No período de 12 meses, o índice ficou em 6,02% – inferior ao observado pelo IPC-BR (6,55%).

Em junho, as menores taxas foram registradas nos grupos de despesas alimentação (0,08%) e transportes (-0,09%). Entre os produtos que mais contribuíram para essas taxas estão as reduções de preços das tarifas de ônibus (-0,22%) e das hortaliças e legumes (-8,52%).

Os demais grupos de despesas tiveram as seguintes taxas: educação, leitura e recreação (0,94%), vestuário (0,74%), habitação (0,61%), saúde e cuidados pessoais (0,56%), comunicação (0,37%) e despesas diversas (0,27%).


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Reduzir consumo diário de álcool diminui doença coronária, mostra estudo

A redução do consumo diário de álcool diminui os riscos de doença coronária, de pressão arterial elevada e ajuda a perder peso, mostra estudo publicado ontem (10) no British Medical Journal.

Ao contrário dos conselhos que muitos médicos dão aos pacientes, de que um copo ou dois de álcool por dia é bom para o coração, a pesquisa vai em sentido oposto e diz que essa medida "passa da marca".

O trabalho foi feito por pesquisadores que se basearam em 50 estudos sobre hábitos de consumo de bebidas alcoólicas e sua relação com a saúde em mais de 260 mil europeus.

Os especialistas deram atenção especial às pessoas que tinham uma variante de um gene chamado ADH1B e correm menos risco de alcoolismo.

O novo estudo apurou que os indivíduos com essa variante genética bebiam 17% menos por semana e tinham 78% menos probabilidade de ir bebendo ao longo do dia. Paralelamente, mostravam um risco 10% mais baixo de doença coronária, além de pressão arterial e índice de massa corporal…

Especialista recomenda atenção aos sintomas da chikungunya

Parecida com a dengue e com o mesmo vetor da doença que virou problema de saúde pública no Brasil, a febre chikungunya chegou ao país principalmente por militares e missionários brasileiros que voltaram de missão no Haiti.  A especialista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, Jois Ortega, diz que as pessoas não devem ficar alarmadas com a doença, mas sim atentas.

Febre, dores nas articulações, mal-estar, sintomas já conhecidos por muitos brasileiros, também fazem parte da infecção pelo vírus causador da febre. Segundo Jois, as dores nas articulações costumam ser mais intensas na febre chikugunya, mas normalmente a doença é mais branda do que a dengue. Desde o começo do ano foram confirmados 20 casos de chikungunya, todos com origem fora do país.

Segundo a infectologista, o Brasil tem condições de fazer o diagnóstico laboratorial da doença e está atento à sua entrada. “É importante que as pessoas procurem o médico se sentirem os sintomas depois de uma viage…

Salário mínimo calculado pelo Dieese deveria ser de R$ 2.979,25 em junho

O valor da cesta básica caiu, em junho, em dez das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). São Paulo é a cidade em que o conjunto de produtos essenciais custa mais caro, com valor de R$ 354,63. A capital paulista, no entanto, está em uma sequência de quatro variações negativas. Em Aracaju, foi registrado o menor custo, com R$ 247,64.

A partir da pesquisa mensal da cesta básica, o Dieese estima o valor do salário mínimo necessário a um trabalhador e sua família, que, no último mês, deveria ter sido de R$ 2.979,25. O valor é 4,11 vezes maior do que o mínimo em vigor, de R$ 724. O cálculo leva em consideração o custo da cesta básica mais cara, além de despesas com moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, conforme prevê a Constituição Federal.

As maiores quedas da cesta básica, na comparação com maio, ocorreram em Belo Horizonte (-7,33%), Campo Grande (-4,55%), Porto Alegr…